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GNOME LogoA versão 2.24 do GNOME, excelente ambiente gráfico para sistemas operacionais Unix ou baseados nele, como o GNU/Linux está para ser congelada para tradução.

O processo de congelamento para tradução, originalmente chamado de String Freeze, em poucas palavras, é um meio que os programadores dos softwares que oficialmente compõem este ambiente gráfico dão aos colaboradores que participam em grupos de trabalho espalhados pelo mundo todo, a oportunidade de trabalharem com arquivos contendo as frases e palavras que aparecem nos programas, traduzindo-os para o idioma desejado.

Aqui no Brasil, há um grupo atualmente liderado por Leonardo Fontenelle, que atua na gerência e garantia das traduções feitas para o Português Brasileiro. Se você deseja se tornar um colaborador, acesse a página do GNOME Brasil e clique no link “Colaborar”. Ah! Para um melhor desempenho, não se esqueça de ler o pequeno tutorial sobre como ajudar.

Torne-se um evangelista do Software Livre e de Código Aberto. Use Linux e o GNOME como ambiente gráfico principal e dê uma folga para seu bolso.

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OK, OK. Estou atrasado em um dia. As aulas começaram ontem. Mas ainda dá tempo de participar.

Quer saber como? Clique na imagem abaixo. É grátis.

Desde que o OpenOffice.org ou BR-Office.org foram lançados, nunca mudaram o conjunto de ícones para as barras de ferramentas e menus (pelo menos eu não sabia da opção de mudança até o lançamento da versão 2.3).

Mas se você não gostar do conjunto de ícones padrão do novo OpenOffice.org 2.4, pode mudar através das configurações. É fácil, siga os passos:

  1. Abra qualquer um dos programas da suíte e vá até o menu Ferramentas\Opções;
  2. Na janela de Opções, na árvore de opções à esquerda, ramo OpenOffice.org (BrOffice.org pra quem usa o BrOffice.org), clique em Exibir;
  3. No painel da direita, sob o título “Interface do usuário”, escolha o conjunto de ícones que desejar na caixa de combinação “Tamanho e estilo do ícone”;
  4. Clique no botão OK da janela.

Pronto. O conjunto de ícones foi alterado. Mas as opções atuais não parecem tão interessantes.

Felizmente, o time de desenvolvimento do OpenOffice.org vem trabalhando em um novo conjunto de ícones chamado Galaxy e comentado no fórum de discussão deles. Veja:

Galaxy Icon Set

Porém, sua utilização está prevista para o novo OpenOffice.org 3.0, mas o blog OpenOffice.org Ninja deu a dica e eu resolvi compartilhar com vocês.

Para instalar este novo conjunto de ícones em seu OpenOffice.org ou BR-Office.org 2.3 ou 2.4 clique aqui para baixar o arquivo images.zip, que dá nome ao conjunto de ícones padrão e siga os passos descritos abaixo para deixar a “cara” da sua suíte de escritórios mais “bonitinha”:

  1. Abra o Windows Explorer e navegue até a pasta onde está instalado o seu OpenOffice.org e localize a pasta share\config.
    Geralmente a pasta de instalação fica em C:\Arquivos de Programas\OpenOffice.org 2.x\
  2. Dentro da pasta config há um arquivo chamado images.zip. Copie-o para um local seguro ou troque o nome dele para images.zip.bkp, por exemplo;
  3. Copie o novo arquivo images.zip que você baixou no link acima, para dentro da pasta config;
  4. Abra qualquer programa da suíte. Pronto. O novo conjunto de ícones está instalado.

Detalhe: Esta dica vale para quem usa o OpenOffice.org no Windows e funcionou muito bem. Não testei no meu Ubuntu Linux ainda.

ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE:
INSTALE OS NOVOS ÍCONES POR SUA PRÓPRIA CONTA E RISCO.
Se acontecer algum problema com seu Sistema Operacional Windows ou com seu OpenOffice.org, não me responsabilizo.

Um abraço pessoal. Até a próxima.

Você se acha o tal no Counter Strike, Diablo, GTA ou em outros jogos que requerem habilidade e atenção?
Que tal tentar este joguinho?

A notícia original eu vi neste post do G1 – Tecnologia e quem me passou o vídeo do YouTube foi o Charles, do Baptized In Fire.

Ao final do vídeo você vai concordar com o nome do jogo: O jogo mais difícil do mundo [The world’s hardest game].

Como eu havia deixado implicitamente neste post, minha intenção ao aprender a programar em .NET é unir o útil ao agradável. Ou seja, desenvolver aplicativos que possam ser executados tanto em Windows quanto em Linux e porque não Mac OS X?

Nos últimos meses andei pensando bem e resolvi que Java é uma tecnologia que não devo me envolver, pelo menos por enquanto. Quem sabe um dia eu me enverede “pelo cafezal”?

Como desenvolvedor Free-lancer, para minha alegria, finalmente ontem (14/03/2008) o Mono Project anunciou o lançamento da IDE MonoDevelop 1.0. Para quem não sabe, o MonoDevelop está disponível para uma gama enorme de distribuições Linux e para Windows e Mac OS X. Ou seja, só não aprende a programar usando a IDE grátis quem não quer ou tem o rabo muito preso com softwares da Microsoft. Infelizmente.

Para a alegria dos Linuxers e simpatizantes do projeto, tomei a liberdade de baixar duas telas da referida IDE do site do Mono Project para disponibilizá-la aqui também. Deliciem-se.

Mono Develop IDE

Esta tela mostra alguns recursos de edição de código, como Code Complete, dentre outros.

Mono Develop IDE

Já esta tela mostra o editor de formulários.

Hora de baixar os pacotes para instalação e colocar o excelente Ubuntu Linux para desenvolvimento. Adeus dependência da plataforma da Microsoft, leia-se, Windows.

Créditos das telas: Site do Mono Project.

Dizem os grandes nomes da informática que o Sistema Operacional Linux é um dos mais robustos e estáveis que existem.
Pois bem, no mês passado resolvi montar um pequeno servidor-de-firewall para gerenciar uma pequena rede em meu Home-Office. Saquei de um modesto computador AMD K6 de 450 MHz, 64 MB de memória RAM e HD com 20 GB. O Sistema Operacional escolhido foi o Debian Etch.

Reuni alguns artigos de exemplos de scripts de firewall usando o famoso iptables e fiz uma junção que funcionou muito bem, até eu resolver comprar um pequeno Switch e rotear meu modem ADSL para reduzir o custo com a bendita energia elétrica.

Não sou um expert em Linux, mas os artigos que li e as cabeçadas que dei fizeram com que aprendesse o suficiente para colocar um pequeno servidor em produção. E como eu disse no início deste post que o Linux é estável, resolvi capturar a tela do meu pequeno servidor, o qual acessava por SSH direto de meu desktop rodando Windows. Sim, caro leitor, eu utilizo Windows na maior parte do tempo para trabalhar. Quem sabe no futuro as coisas melhorem e eu resolva abandonar a Microsoft de vez. Mas vejo que será difícil. Bem, sem mais delongas, abaixo está a tela do servidor minutos antes de ser desativado:

Uptime Servidor Linux

Pois bem foram 32 dias online e sem uso de no-break! Não acredita nessa façanha? De início, nem eu acreditei. Perto de servidores web e outros servidores empresariais dedicados, que já passaram mais de 2 anos ligados e sem reiniciar, minha experiência é pequena, mas o que mais me chamou a atenção foi a qualidade da energia elétrica distribuída até minha residência! E durante estes dias, dá-lhe tempo ruim, com pancadas de chuva memoráveis e trovoadas idem, além do calor infernal e sem contar outros fatores. Pelo que percebi, não houve grandes oscilações.

Quero deixar aqui o meu agradecimento à CPFL, a concessionária de energia elétrica que cuida do setor onde resido. Estão de parabéns. Nenhuma queda em todos esses dias.

Pois é caro leitor, quando pensar em montar um servidor dedicado, não tenha dúvida: opte pelo Linux e seja feliz como eu fui. Só lamento o abandono do uso contínuo do pequeno servidor por causa do gasto com a eletricidade. Agora com o switch serão míseros 3,37W contra 250W do computador, que de hoje em diante será reutilizado para pequenos testes com servidores de Bancos de Dados.

Pra que complicar se podemos simplificar?

Mono e .NET

Créditos da imagem: Grupo Mono Project, no Facebook