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Desde que o OpenOffice.org ou BR-Office.org foram lançados, nunca mudaram o conjunto de ícones para as barras de ferramentas e menus (pelo menos eu não sabia da opção de mudança até o lançamento da versão 2.3).

Mas se você não gostar do conjunto de ícones padrão do novo OpenOffice.org 2.4, pode mudar através das configurações. É fácil, siga os passos:

  1. Abra qualquer um dos programas da suíte e vá até o menu Ferramentas\Opções;
  2. Na janela de Opções, na árvore de opções à esquerda, ramo OpenOffice.org (BrOffice.org pra quem usa o BrOffice.org), clique em Exibir;
  3. No painel da direita, sob o título “Interface do usuário”, escolha o conjunto de ícones que desejar na caixa de combinação “Tamanho e estilo do ícone”;
  4. Clique no botão OK da janela.

Pronto. O conjunto de ícones foi alterado. Mas as opções atuais não parecem tão interessantes.

Felizmente, o time de desenvolvimento do OpenOffice.org vem trabalhando em um novo conjunto de ícones chamado Galaxy e comentado no fórum de discussão deles. Veja:

Galaxy Icon Set

Porém, sua utilização está prevista para o novo OpenOffice.org 3.0, mas o blog OpenOffice.org Ninja deu a dica e eu resolvi compartilhar com vocês.

Para instalar este novo conjunto de ícones em seu OpenOffice.org ou BR-Office.org 2.3 ou 2.4 clique aqui para baixar o arquivo images.zip, que dá nome ao conjunto de ícones padrão e siga os passos descritos abaixo para deixar a “cara” da sua suíte de escritórios mais “bonitinha”:

  1. Abra o Windows Explorer e navegue até a pasta onde está instalado o seu OpenOffice.org e localize a pasta share\config.
    Geralmente a pasta de instalação fica em C:\Arquivos de Programas\OpenOffice.org 2.x\
  2. Dentro da pasta config há um arquivo chamado images.zip. Copie-o para um local seguro ou troque o nome dele para images.zip.bkp, por exemplo;
  3. Copie o novo arquivo images.zip que você baixou no link acima, para dentro da pasta config;
  4. Abra qualquer programa da suíte. Pronto. O novo conjunto de ícones está instalado.

Detalhe: Esta dica vale para quem usa o OpenOffice.org no Windows e funcionou muito bem. Não testei no meu Ubuntu Linux ainda.

ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE:
INSTALE OS NOVOS ÍCONES POR SUA PRÓPRIA CONTA E RISCO.
Se acontecer algum problema com seu Sistema Operacional Windows ou com seu OpenOffice.org, não me responsabilizo.

Um abraço pessoal. Até a próxima.

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Créditos da Imagem: Grupo Linux no Facebook

Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras. Pois aí está a minha desta sexta-feira.

Quer acabar com suas dores no bolso? Use o excelente Ubuntu Linux!

Enjoy it!

Muito se tem falado ultimamente sobre o Asus Eee PC, um notebook de dimensões diminutas que roda tanto Linux quanto Windows como Sistema Operacional. Muitos contras e muitos a favor; afinal quem tem um notebook "normal" não quer trocar por um Eee PC e quem não tem, sonha com as facilidades que o pequenino oferece.

Eu estou pensando seriamente em adquirir um desses na versão de 4 GB ou 8 GB de SSD por ter muitos documentos e e-books em PDF que não consigo ler em meu computador desktop por pura falta de conveniência. Já com o pequenino Eee PC e sua tela de 7" e 900 GHz de velocidade, posso ler, bater papo ou ouvir meus MP3 tanto em viagens quanto no aconchego do meu quarto, antes de dormir.

Asus Eee PC Fora que o subnotebook, ainda tem algumas vantagens sobre os PDA’s (tenho um Palm Vx e sei disso), pois nele você pode carregar toda a sua agenda telefônica e aplicativos personalizados e, de quebra, se conectar à internet utilizando redes sem-fio ou mesmo a velha interface Ethernet ou o arcaico Modem para acesso discado. Conectividade é o que não falta. E a bateria aguenta o tranco.

Ah! E o pequeno ainda vêm com webcam integrada em alguns modelos. Dá pra você conversar pela Internet com os amigos ou fazer uma pequena vídeo-conferência com seus contatos profissionais tranquilamente.

topMas quem pensa que o Eee PC só serve para brincar, está enganado. Embora a próxima fotografia fale por si mesma, o hardware não deixa a desejar. Ele pode ser uma verdadeira mão-na-roda na faculdade, no trabalho ou mesmo em casa. Pois não importa a versão do Sistema Operacional que você escolher (Windows XP ou Linux, neste caso uma versão personalizada do Xandros), ele já vem com um pacote de softwares freeware e alguns gratuitos, a maioria iguais aos dos PCs de maior porte. Só para citar alguns softwares e serviços aclamados pelo público em geral, esta belezinha vem com: OpenOffice, Mozilla Firefox, Skype, IM, acesso nativo ao GMail, dicionário, jogos, dentre outros. Fora que a seção de multimídia dele é fantástica.

E o melhor do Eee PC é que você não fica preso ao Sistema Operacional que vem pré-instalado. Você pode mudar para o ótimo Ubuntu Linux e se divertir ou trabalhar a valer. Já pensou você chegando na casa daquele seu cunhado invejoso com um brinquedinho desses, "roubar" a conexão de internet dele e começar a trabalhar ou perder algumas horas brincando? Garanto, ele vai ficar doido por um desses também.

E para o público feminino, além da cor branca, já existem modelos nas cores pink, verde, azul e preto.

Quer saber mais sobre "a criança"? Vá até a página de especificações do Eee PC, no site da Asus.

Créditos das fotografias: ASUSTeK Computer Inc.

Como eu havia deixado implicitamente neste post, minha intenção ao aprender a programar em .NET é unir o útil ao agradável. Ou seja, desenvolver aplicativos que possam ser executados tanto em Windows quanto em Linux e porque não Mac OS X?

Nos últimos meses andei pensando bem e resolvi que Java é uma tecnologia que não devo me envolver, pelo menos por enquanto. Quem sabe um dia eu me enverede “pelo cafezal”?

Como desenvolvedor Free-lancer, para minha alegria, finalmente ontem (14/03/2008) o Mono Project anunciou o lançamento da IDE MonoDevelop 1.0. Para quem não sabe, o MonoDevelop está disponível para uma gama enorme de distribuições Linux e para Windows e Mac OS X. Ou seja, só não aprende a programar usando a IDE grátis quem não quer ou tem o rabo muito preso com softwares da Microsoft. Infelizmente.

Para a alegria dos Linuxers e simpatizantes do projeto, tomei a liberdade de baixar duas telas da referida IDE do site do Mono Project para disponibilizá-la aqui também. Deliciem-se.

Mono Develop IDE

Esta tela mostra alguns recursos de edição de código, como Code Complete, dentre outros.

Mono Develop IDE

Já esta tela mostra o editor de formulários.

Hora de baixar os pacotes para instalação e colocar o excelente Ubuntu Linux para desenvolvimento. Adeus dependência da plataforma da Microsoft, leia-se, Windows.

Créditos das telas: Site do Mono Project.

Dizem os grandes nomes da informática que o Sistema Operacional Linux é um dos mais robustos e estáveis que existem.
Pois bem, no mês passado resolvi montar um pequeno servidor-de-firewall para gerenciar uma pequena rede em meu Home-Office. Saquei de um modesto computador AMD K6 de 450 MHz, 64 MB de memória RAM e HD com 20 GB. O Sistema Operacional escolhido foi o Debian Etch.

Reuni alguns artigos de exemplos de scripts de firewall usando o famoso iptables e fiz uma junção que funcionou muito bem, até eu resolver comprar um pequeno Switch e rotear meu modem ADSL para reduzir o custo com a bendita energia elétrica.

Não sou um expert em Linux, mas os artigos que li e as cabeçadas que dei fizeram com que aprendesse o suficiente para colocar um pequeno servidor em produção. E como eu disse no início deste post que o Linux é estável, resolvi capturar a tela do meu pequeno servidor, o qual acessava por SSH direto de meu desktop rodando Windows. Sim, caro leitor, eu utilizo Windows na maior parte do tempo para trabalhar. Quem sabe no futuro as coisas melhorem e eu resolva abandonar a Microsoft de vez. Mas vejo que será difícil. Bem, sem mais delongas, abaixo está a tela do servidor minutos antes de ser desativado:

Uptime Servidor Linux

Pois bem foram 32 dias online e sem uso de no-break! Não acredita nessa façanha? De início, nem eu acreditei. Perto de servidores web e outros servidores empresariais dedicados, que já passaram mais de 2 anos ligados e sem reiniciar, minha experiência é pequena, mas o que mais me chamou a atenção foi a qualidade da energia elétrica distribuída até minha residência! E durante estes dias, dá-lhe tempo ruim, com pancadas de chuva memoráveis e trovoadas idem, além do calor infernal e sem contar outros fatores. Pelo que percebi, não houve grandes oscilações.

Quero deixar aqui o meu agradecimento à CPFL, a concessionária de energia elétrica que cuida do setor onde resido. Estão de parabéns. Nenhuma queda em todos esses dias.

Pois é caro leitor, quando pensar em montar um servidor dedicado, não tenha dúvida: opte pelo Linux e seja feliz como eu fui. Só lamento o abandono do uso contínuo do pequeno servidor por causa do gasto com a eletricidade. Agora com o switch serão míseros 3,37W contra 250W do computador, que de hoje em diante será reutilizado para pequenos testes com servidores de Bancos de Dados.

Pra que complicar se podemos simplificar?

Mono e .NET

Créditos da imagem: Grupo Mono Project, no Facebook

Caro leitor, se você programa em .NET utilizando o Microsoft Visual Studio ou é um fução como eu, se aventurando nesta tecnologia e utiliza o software para desenvolver aplicativos que interajam com Bancos de Dados Relacionais, provavelmente já deve ter ouvido falar ou lido sobre a tecnologia LINQ, criada pela Microsoft para facilitar a nossa vida.

Para quem é iniciante ainda, você pode usar a LINQ praticamente em qualquer coleção de objetos .NET, mas o melhor uso que você pode fazer dele é, sem dúvida, na criação de queries contra SGBDs. Nada de SQL. Mas, toda esta facilidade tem uma desvantagem: a LINQ foi concebida inicialmente para o SQL Server e Access, ambos SGBDs da Microsoft. Portanto, em tese, nada de utilizá-la com PostgreSQL, Oracle, MySQL e outros.

Se você está utilizando o Visual Studio 2008 e assistiu à apresentação sobre a LINQ direto do site da MSDN, ficou eufórico mas depois caiu em tristeza ao saber da notícia no parágrafo acima, ainda tem uma chance de recuperar sua auto-estima:

Um grupo de desenvolvedores está trabalhando num projeto chamado DbLinq Project que disponibiliza a LINQ para os SGBDs Oracle, PostgreSQL, MySQL e recentemente SqlLite. Os Providers estão sendo distribuídos sob a licença MIT, ou LGPL, para ser compatível com o Projeto Mono (em Linux!).

Mas não se entusiasme tanto: como a iniciativa não partiu de dentro da Microsoft, que detém o know-how da linguagem, você poderá enfrentar alguns probleminhas ao utilizar os Providers do DbLinq Project. Para exemplificar, cito alguns:

♦ Queries complexas não funcionam bem;
♦ Suporte a Oracle ainda é deficiente;
♦ Suporte parcial a Stored Procedures e Funções em PostgreSQL e MySQL;
♦ Não há suporte a Sub-Queries e Linq-to-Entities ainda

Mas, quem trabalha com SQL sabe o quão irritante é escrever queries gigantescas para obter algumas linhas de dados. Então, creio que não custa efetuar testes com os Providers citados e se funcionarem relativamente bem, substituir algumas queries SQL por queries LINQ.

Um conselho deixo para os mais afoitos: Teste muito bem seu aplicativo antes de disponibilizar a versão final. Você pode economizar alguns blisteres de Aspirina. 😛