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Ainda é tempo…

Publicado: 05/01/2010 em Pessoal

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.

… tempo de estar calado, e tempo de falar;”
– Ec. 3:1 e Ec. 3:7b

Ainda estou no tempo do silêncio. Tenho alguns rascunhos mas ainda preciso revisar o que escrevi.
Reconheço que não sou perfeito mas, para não errar ainda mais, resolvi ficar quieto.

Graça e paz de Deus a todos!

Sinceramente fiquei sem entender.
Esse coitado está tentando pregar mesmo ou é brincadeira (de extremo mau-gosto) de algum safado, escarnecedor, que quer desmerecer a Palavra de Deus?

Menos, pessoal. Menos.

Infelizmente ainda não tive a oportunidade de ler o polêmico livro The God Delusion (Deus – Um Delírio, em português), do não menos polêmico biólogo, Richard Dawkins.
Mas tenho acompanhado de perto a encrenca que ele criou ao lançar este lixo, digo, livro e creio que os dois vídeos abaixo, dão uma pequena, senão boa explicação sobre o quanto quem delirou foi Dawkins e não Deus.

Divirta-se, se tiver paciência. Os vídeos estão em inglês, legendados em português.

O delírio de Dawkins exposto
Parte 1:

Parte 2:

Créditos: Dr. William Lane Craig[1][2] e meu irmão na fé, Charles Gomes, por compartilhar essa pérola.

“Veio o Filho do homem, comendo e bebendo, e dizem: Eis aí um homem comilão e beberrão, amigo de cobradores de impostos e pecadores. Mas a sabedoria e justificada por suas ações.” – Mt. 11:19

Atualmente, muitos tem distorcido a interpretação do versículo acima dizendo que Jesus Cristo não era só amigo das “prostitutas e demais pecadores”. Tenho ouvido isso de muitos pregadores e alguns que tentam, à sua maneira, propagar o Evangelho da Salvação. E não devem faltar línguas que dizem que Ele foi tão perverso quanto o povo de sua época. Lógicamente que os pregadores, evangelistas e missionários não dizem o que afirmei no primeiro parágrafo, mas muitos por aí afora dizem, e cheios de orgulho, fazendo de Nosso Salvador um deusinho qualquer.
Digamos em tese que o Mestre foi, e depois de sua morte e ressurreição, ainda é amigo dos tais. Mas com uma característica sutil: ele não compactuava com o erro ou o defeito do ser-humano nestas condições e tampouco o faz nos dias de hoje.
Podemos com toda a certeza, dizer que Cristo usou a tática que o rei Davi utilizou séculos antes: fazer-se de bobo (ou insensato) para ganhar o povo com quem convivia. Mas como Ele não é insensato, Ele próprio se justifica no versículo bíblico do início do post.
Embora frequentasse a casa de festeiros, cobradores de impostos (os ladrões da época) e vez ou outra encontrasse prostitutas, adúlteros e outros pecadores mais pelo caminho, Jesus Cristo, com toda a sabedoria não se deixou levar pelo mesmo espírito que ronda a Terra; pois veio do Pai celeste, que é Santo e Nele não há pecado. E raciocinando logicamente, o Filho de Deus também não é pecador. O mesmo Deus certamente Lhe dava sabedoria para sair pela tangente nos momentos mais difíceis como as investidas das mulheres perversas ou a glutonaria presente nas mesas. Não obstante isso, ainda deixava alguma mensagem de conforto ou repreensão caso fosse necessário, para que os errantes viessem a enxergar o que cometiam e se convertessem de seu mau caminho, motivo esse que ao ser julgado perante Herodes, antes de sua crucifixão, não foram encontradas evidências que O condenassem.
Hoje, pensar que “aceitar” a Cristo e continuar a praticar o mal que efetuávamos antes, pensando que não seremos repreendidos é o mesmo que plantar uma árvore em um terreno pavimentado ou cheio de pedras, como foi pregado certa vez. Nossa fé — e consequente salvação — morrerá do mesmo modo que a árvore plantada em tal terreno.
Portanto, se reconheces ou vieres a reconhecer que Jesus Cristo é seu único Senhor e Salvador, não há problema algum em seres amigo de “glutões e demais pecadores”, frequentar suas casas, participar de suas festas e cumprimentá-los à vista de seus irmãos na Fé. O que não deves fazer é seguir o mesmo caminho que eles, pois somos todos pecadores e fomos resgatados da perdição eterna através de muito sofrimento e sangue de nosso Mestre.
Aos já convertidos: Sejamos tolerantes com os pecadores, mas não com o pecado. Parafraseando o apóstolo João: “Não digo isto como novo mandamento”, pois não tenho autoridade para tanto. Basta usar o bom-senso. Se você tiver oportunidade de convencer racional e biblicamente o erro que seu semelhante pratica, não perca tempo. Com sabedoria, respeito e carinho, ensine-o através da exortação bíblica. A pessoa certamente entenderá, poderá abandonar seus vícios, desfazer-se da prática de seus males e assim, como disse o apóstolo Paulo, aos romanos: “Fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre sua cabeça.” – Rm 12:20.

Feliz Natal, seu pecador!

Pensando que a comemoração do nascimento de Cristo é só festa? Já parou pra pensar o quanto ele sofreu por você, por mim e por muitos outros que ainda estão por nascer?

Pois é, se não parou e muito menos entendeu a letra dessa música, confira uma tradução (horrível, por sinal) clicando neste link.

PS: Antes que me atire um “Byte”, sou tão pecador quanto você.

Ao me levantar pela manhã, veio-me à lembrança a data importante: 15/10. Fiquei a pensar por alguns minutos (sim, sou meio lerdo) de quem seria o aniversário. Pôxa, não tenho conhecidos aniversariando hoje. Foi então que, ao ler os e-mails, recebi um enaltecendo o “Dia do Professor“. Puxa vida! Como pude me esquecer de data tão importante, afinal foram eles quem me ensinaram a escrever, contar, pensar e enxergar o mundo quando criança e mesmo agora, já adulto.
Nunca fui um aluno exemplar, daqueles tais “CDFs” que tiram nota 10 em todas as matérias, mas sempre obtive boas notas. Em língua portuguesa, fui algum destaque. Inglês também. Graças a uma uma senhora muito educada que explicava muito bem o idioma no antigo colegial, hoje, ensino médio. Matemática e relacionadas? Deus me livre! Nunca gostei muito, mas insisto em aprender algo novo. Acho que minha compulsividade está aumentando dia-a-dia.

Por causa de minha professora de inglês, que me fez tomar gosto pelo idioma é que resolvi participar do Time de Tradutores do Ubuntu Linux e também do Time de Tradução do Ambiente Gráfico GNOME, ambos em Português Brasileiro.

Mas voltando ao assunto principal, desejo um feliz dia a todos os professores, sejam recém-formados, em atividade desde de longa data ou mesmo aposentados. Sem vocês, mestres, não seríamos nada.

A todos os professores: muito obrigado!